terça-feira, 21 de abril de 2009

Qualificações e Critérios para Líderes de Ministérios

IGREJA BATISTA NACIONAL MORIÁ
Praça da Bíblia, 287 - Centro Camacan – BA tel: 3283-2815.
Pr. Eliomar Alves de Morais.

QUALIFICAÇÕES E CRITÉRIOS PARA LÍDERES DE MINISTÉRIOS
1Tm 3.212; Tt 2.1-10.
São várias, as qualificações exigidas nas Escrituras para aqueles que desejam o posto de liderança na igreja. Contudo, observamos nestes textos apenas três das diversas qualificações que são indispensáveis na vida do Líder que almeja iniciar ou ingressar em um dos Ministérios ou departamentos na casa do Senhor, que é a Igreja do Deus vivo 1Tm 3.15.

I. TER BOM TESTEMUNHO 1Tm 3.7; Tt 3.7.
1- Ser exemplo dos fiéis; no procedimento, no amor, na fé e na pureza 1Tm 4.12.
2- Ser moderado, prudente, simples, íntegro e reverente 1Tm 3.2;Tt 2.2
3- Que governe e administre bem a sua casa (lar). 1Tm 3.4,12;5.8.

II. OBEDIENCIA E SUBMISSÃO Tt 2.9-10.
1. Ser dependente, acatar orientações e decisões ministeriais Hb 13.17. cf Rm 13.1-2
2. Ser cordato e não contencioso 1Tm 3.3.
3. Prestar satisfação e contas de suas atividades ministeriais Tt 2.9.

III. COMPROMISSO E FIDELIDADE Tt 2.10.
1.Assiduidade e pontualidade nos cultos e reuniões da igreja Hb 10.25
2.Ter responsabilidade com o ministério e com a igreja 1Tm 4.10.
3. Ser desprendido no tempo e financeiramente, não avarento, não ganancioso, ser fiel em tudo, inclusive nos dízimos e nas ofertas 1Tm 3.3c,8,11c; Tt 2.10.
A seguir, observamos o mesmo modelo e critério que Jesus usou para escolher os seus auxiliares (discípulos) e compor o seu ministério. Ele chamou homens ocupados em vários ofícios, incluindo mulheres; sem distinção ou discriminação, usando os mesmos princípios e critérios que os apóstolos copiaram no inicio da Igreja. Mt 10.24-25.
Vejamos alguns destes critérios e qualificações usados pelo Mestre na escolha de seus discípulos e auxiliares:

I. TER BOA REFERÊNCIA Jo 1.35-49.
1. Jesus buscou alguém com referência e bom testemunho. Os dois primeiros discípulos, André e seu irmão Pedro foram apresentados por alguém qualificado. (João, o Batista) vv 35-38, 40,41. Em seguida, o Mestre levou-os até a sua casa para se conhecerem melhor e estreitar os laços de relacionamentos e comunhão v 39.
2. No dia seguinte chamou mais dois pelo mesmo critério: Filipe e Natanael. Filipe que era da cidade de Pedro e André; há uma hipótese ter sido o discípulo anônimo que acompanhou André até a casa de Jesus (vv 37-44). Além do mais, todos tinham referências proféticas, ou seja, aguardavam as promessas da vinda do Messias pelos escritos de Moisés vv 45,46. Natanael, que foi indicado por Filipe, tinha uma boa referência: o próprio Jesus confirma o seu bom testemunho: (“Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo”! v 47).
3. Jesus chama mais dois discípulos para compor o seu ministério usando os mesmos critérios: Mc1.19,20. Tiago filho de Zebedeu e João seu irmão já era conhecidos, pois tinham o mesmo oficio de André e Pedro; além do mais, todos trabalhavam na mesma empresa de pesca, pois eram sócios e admiradores de Cristo Lc 5. 9-10.
4. Os demais, Ele chamou como quis usando critérios indicados pelo Espírito Santo: O discernimento. Mc 3.13. Assim Ele viu Leví que chamou depois de Mateus. Este, aparentemente não possuía uma boa referência. Contudo, tinha uma qualidade indispensável ao ministério. Não era avarento, pois mesmo sendo muito rico e ocupado deixou tudo para seguir o Mestre Mc 2.13,14; Lc 5.27,28.
5. O restante Ele escolheu usando o critério da oração Lc 6.12-16. Chamou aqui a todos, incluindo os cinco que já estavam em sua companhia, mas faltava confirmação: Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Simão chamado Zelote, Judas Tadeu, filho de Tiago e Judas Iscariotes. Todos foram chamados para estarem junto dele com a seguinte condição: Permanecer com Ele uma noite de vigília e oração Mc 3.13-14. Apesar dos discípulos terem sido chamados pelo critério da oração, não conseguiram interceder depois no Getsêmani, nem uma hora ininterrupta, o Mestre insistiu por três vezes, na pratica da vigilância e perseverança da oração Mt 26.36-43. cf Lc 18.1-8.
Tomé, um dos chamados por este critério não esteve presente com os demais na primeira noite em que o Senhor após a sua ressurreição, se apresentou ao grupo que estava reunido no templo em oração Jo 20.19-24.
Portanto, estes foram os critérios usados por Jesus na escolha de seus discípulos; e, não abriu mão do principio: “comunhão e oração” At 1.12-14. Inclusive, esse foi o critério usado pelos os apóstolos posteriormente na escolha de Matias. O discípulo substituto de Judas Iscariotes. A exigência era: “que alguém dentre os discípulos que acompanhou Jesus no seu Ministério, começando do batismo de João, até o dia em que foi levado às alturas, um destes se torne testemunho com os demais da sua ressurreição”At 1.21-22. “Então propuseram dois: José chamado Barsabás, cognominado justo, e Matias. E, orando disseram: Tu, Senhor, que conheces o coração de todos, revela-nos qual destes tens escolhido para fazer parte neste ministério” At 1.23-25.
Jesus contava com o auxilio de outros discípulos, inclusive das mulheres, que faziam parte do seu Ministério. Assistindo e assumindo algumas despesas provenientes e decorrentes do trabalho ministerial exercido pelo Colégio Apostólico Lc 8.1-3. Ele contava ainda, com um grupo de setenta que o assistiam e auxiliavam na evangelização das cidades circunvizinhas. E faz uma advertência a todos: “intercederem ao Pai que mande mais discípulos para sua Seara, pois, pela importância e tamanho da mesma, ainda é pouco o número de discípulos” Lc 10.1-2. Até na ascensão de Jesus a Bíblia registra mais de quinhentos discípulos 1 Co 15.6. Todavia, a Igreja foi inaugurada com os cento e vinte que permaneceram unidos e reunidos no mesmo lugar At 1.15; 2.1-4. cf Jo 20.19-29
Vejamos os outros critérios e qualificações ministeriais exigido pelo Senhor após o chamado.

II. OBEDIÊNCIA E SUBMISSÃO
Devemos ser dependentes do Senhor e acatar todas as suas instruções Lc 24.44-48; At 1.8. Jesus instrui os seus discípulos a permanecerem unidos em oração até que do alto recebessem o dom do Espírito Santo, que é um princípio indispensável nas qualificações ministeriais Lc 24.50-53; At 1.2-5.
Em obediência somos enviados a anunciar o Evangelho a todas as pessoas (Jo 20.21). O líder não pode negligenciar nem desobedecer à ordem do Mestre, pois nela estão expressas as cinco importantes grandes comissões:
1. Ir onde as pessoas estão. Não adianta submeter à vontade do Senhor se não estamos dispostos a ir onde elas estão. Mc 16.15; Rm 10.14-15.
2. Pregar em seu Nome o arrependimento para remissão de pecados (Lc 24.47).
3. Realizar Batismo em Nome do Pai do Filho e do Espírito Santo (Mt 28.19).
4. Preparar Discípulos e enviar a todos os povos (Mt 28.19;Jo 15.16 ).
5.Testemunhar de Cristo no poder do Espírito Santo (At 1.8; cf Lc 24.48-49).
A Evangelização se dá através da contextualização da cultura, do conhecimento e relacionamentos das famílias na comunidade onde se vive. Jesus Cristo foi onde as famílias estavam (Mt 4. 18-22; Mc 1.20,32-33).
a) Jesus foi ao local de trabalho onde Simão Pedro e André seu irmão estavam, pois eram pescadores v 18.
b) Em seguida foi ao barco de Zebedeu e chamou Tiago e João seu irmão que estavam consertando as redes v 21.
c) Jesus foi à casa da sogra de Pedro; conheceu melhor a sua família, e na ocasião, trouxeram-lhe os que se achavam enfermos e endemoninhados, toda cidade se ajuntou (reuniu) à porta de sua casa Mc 1.33.
d) Jesus foi ao trabalho e à casa de Levi (Mateus) Mt 9.9-13.
e) Jesus na casa de Simão, o curtidor Mc 14.3-9.
f) Na casa de Zaqueu, o publicano Lc 19.1-10.
g) Na casa de Jairo Lc 8.40-56.
h) Na casa de Maria e Marta Jo 11
i) Jesus em um jantar com um fariseu Lc 7.36-50.
j) O Mestre enviou os doze pelas cidades circunvizinhas e de casa em casa Lc 9.1-6.
l) Enviou os setenta de dois em dois e de lar em lar Mt 10 1-11. O apóstolo Paulo afirma nunca ter deixado de anunciar o Evangelho publicamente e de casa em casa At 20.20. Ele foi obediente a visão celestial e anunciou o Evangelho por toda a parte da Judéia e mundo dos gentios At 26.19-20. E, mesmo em prisões não deixou de evangelizar e ensinar toda a verdade a cerca do Reino de Deus At 28. 16, 23, 30-31.

III. COMPROMISSO E FIDELIDADE
Deus abençoa aqueles que têm compromisso com sua obra e exercem a fidelidade. Ser fiel significa ser dedicado e leal, apoiando e acatando orientações e decisões ministeriais. Vale à pena acreditar em líderes com esse perfil. Eles são confiáveis, coerentes, constantes e generosos.

1. Compromisso em atender as necessidades do Reino de Deus. Quando me senti chamado pela primeira vez para liderar um departamento de nossa igreja, eu não tinha o mínimo de preparo. Contudo, o critério que o Pastor usou para me testar foi o de fidelidade. Deu-me tarefas pequenas, como carimbar folhetos para o evangelismo, entrega de boletins dominicais, carrego de cadeiras e bancos das salas de aulas para o templo, recepcionar as pessoas no culto etc. Tudo que eu queria ser, era um servo fiel e leal. Lealdade aos meus líderes e fidelidade à visão ministerial de minha igreja. O preparo vem depois do chamado, todavia, é necessário que primeiro o líder aprenda a lição de compromisso e fidelidade para depois ser preparado. “Deus não chama os capacitados, mas capacita os chamados”.
Jesus e os discípulos são os maiores exemplos de compromisso e fidelidade, Eles atenderam todas as exigências ministeriais Mt 16.24.

2). Assiduidade e pontualidade nos cultos e reuniões públicas no templo e nas sinagogas:
O Senhor Jesus e seus discípulos, bem como, os apóstolos e a igreja primitiva eram assíduos e pontuais nas reuniões no templo e nas casas.
a) Jesus no templo com seus pais e no meio dos mestres e intérpretes das Escrituras, ensinando e sendo ensinado Lc 2.41-46.
b) Jesus acompanhado de seus discípulos em uma festa de casamento Jo 2.1-2,11.
c) O Mestre ensinava diariamente no templo e nas sinagogas Mc 1.21; Lc 19. 47.
d) Jesus no templo se compadece de um homem que esperava 38 anos a sua cura Jo 5.1-9.
e) O Senhor ensinava o povo sobre o Espírito Santo na festa dos tabernáculos Jo7.10,14, 37-39.
f) Os discípulos no cenáculo em oração e na festa de Pentecostes (colheita) At 1.13-14; 2.1.
g) A Igreja reunida no templo e nos lares com os compromissos e objetivos definidos At 2. 42-47.
h)Os apóstolos Pedro e João na porta do templo chamado formosa At 3.1- 8.
i) Os discípulos no alpendre do templo de Salomão At 5.12-16.
j) O apostolo Pedro, em companhia de alguns irmãos na casa de Cornélio At 10.23-24.
l) A Igreja em retiro espiritual em acampamento a beira de um rio At 16.13.
3. Ser responsável e desprendido no tempo e financeiramente. Jesus chamou os seus discípulos observando esse critério, por isso rejeitou aqueles que com interesses pessoais prometiam em segui-lo sem o desprendimento dos familiares, status e bens materiais Lc9.57-62.
Vejamos alguns exemplos de desprendimento e fidelidade nos discípulos e na igreja primitiva:
a) Mateus era rico e ocupado quando foi chamado pelo o Senhor. A exigência do Mestre para segui-lo, era a mesma oferecida ao moço rico que não o aceitou e se retirou triste por lhe faltar desprendimento e conhecimento dos verdadeiros valores do Reino de Deus. Mt 19. 16-21; Cf Lc 5.27,28.
b) Pedro em diálogo com Jesus perguntou que recompensa teria em deixar tudo para seguir desprendidamente no Reino de Deus. A resposta do Mestre é que ninguém que tenha colocado o Reino de Deus em primeiro lugar, que não receba já no presente a sua recompensa com acréscimo e no porvir a vida eterna Mc 10.28-30; Mt 6.33.
c) A igreja primitiva era desprendida financeiramente e no tempo. Eles tinham prazer de estar juntos, pois mantinham uma unidade sem interesses particulares. Com isso, servia o Senhor com suas fazendas, ou melhor, sem os seus bens, pois eram usados no auxilio às necessidades existentes daquela comunidade. Em troca, os líderes recebiam uma abundante graça e testemunhavam da ressurreição de Jesus com muitos milagres At 4.32-35.
d) Jesus ensina a mordomia do dízimo sem a negligência do amor. Mt 23.23. A entrega do dízimo é uma atitude de compromisso, fidelidade e submissão. Já a oferta é um sacrifício de amor e gratidão. Só é considerada oferta quando o dízimo retorna à casa do tesouro. Primeiro a obediência depois o sacrifício. O princípio da semeadura é a entrega proporcional em ofertas dos noventa por cento que fica em nossa administração. Essa oferta era proporcional à renda semanal de cada um. Nós a denominamos de oferta de primícias 1Co 16.1,2. Cf 2Co 9.6.
e) Jesus paga imposto e ensina ser justo com o Estado e com o Reino de Deus. O líder exemplar não sonega o imposto do governo e nem o dízimo da casa do Senhor Mt 17.24-27; Lc 20.22-25.
f) O mestre dá o maior exemplo de submissão, fidelidade e desprendimento financeiro. Ele abre mão de todas as riquezas materiais para nos dar uma riqueza espiritual com indeléveis bens materiais para o nosso próprio sustento e empreendimento no seu reino. Se não bastasse, Paulo acrescenta que aquele que dá a semente ao que semeia, também suprirá e aumentará a vossa sementeira enriquecendo em tudo 2 Co 9.10,11.
g) Jesus testa os seus discípulos nos princípios de submissão, compromisso e fidelidade. Chama, admoesta e instrui a ir primeiro às ovelhas perdidas de sua casa. A instrução é um tanto contraditória em relação aos dias de hoje; não levar consigo mesmo mantimento nem roupa para se agasalhar na viagem, não lançar mão de seus recursos financeiros para o custeio da obra, depender tão somente da hospitalidade daqueles que quiseram hospedar, além do mais foram enviados aonde ninguém os esperavam, mesmo sendo da família, não havia abrigos, mas sim inimigos. O teste é que o discípulo (líder) seja parecido com seu mestre e o servo com o seu senhor. Mt 10. 5-25a.
Concluindo, todos nós somos testados. Sem exceção todos os líderes passam por diferentes testes em vários momentos de suas vidas. No início do meu ministério eu passei por várias provas de submissão e fidelidade; às vezes eu não entendia o porquê de tantas dificuldades e adversidades na minha caminhada, só depois entendi que sou um líder em potencial, estou aprendendo o que outros já sabem e foram testados antes de mim. “Nunca tive medo de desafio e nem de errar. Não importa quantas vezes fracassamos; o Senhor jamais irá nos reprovar definitivamente em sua escola”. Só temos de ficar em recuperação até aprendermos a lição de obediência e submissão. Porque não queremos ficar para o conselho de classe do último dia Cf Ap 20.11-15.
Se quisermos exercer liderança, devemos nos submeter à hierarquia concedida por Deus. Só tem autoridade quem está sob a mesma. Devemos ter compromisso e ser fiéis ao ministério a nós confiado. Procuremos ficar onde o Senhor nos colocou. O bom líder não faz as coisas pelo que acha certo, mas faz porque obedece, mesmo não entendendo o porquê. Este é o verdadeiro teste de obediência e fidelidade. O obreiro deve permanecer fiel, mesmo quando não lhe parecer ser o correto, contudo pode ser que no final, a bênção provenha dessa obediência Pv 28.20ª.
Davi permaneceu leal e fiel ao rei Saul, mesmo quando este não procedia bem, respeitou e reconheceu a unção de Deus sobre a sua vida. Quando Saul tentou matá-lo, Davi não se levantou contra o rei, ele esperou em Deus para livrá-lo 1Sm 24.1-15
João Batista foi testado e permaneceu fiel ao seu chamado como precursor de Jesus, mesmo que essa fidelidade lhe custasse sua cabeça Mc 6.14-29.
Os Apóstolos e a Igreja Primitiva foram fiéis e testemunharam da ressurreição de Cristo, mesmo sabendo que por conta disso, muitos pagariam com suas vidas.
Finalmente, vimos que, o que se espera de um bom líder é que ele aprenda e absorva todos os critérios e qualificações indispensáveis ao ministério. O Mestre espera que o obreiro (líder) seja obediente em tudo, dando prova de toda fidelidade e submissão. Tito 2. 9-10.
Aplicação:
1. Dê oportunidade para alguém avaliá-lo nestas três áreas:
a) Testemunho
b) Obediência
c) Fidelidade

2. Qual o seu grau de Compromisso e Fidelidade?
3. E de Obediência e Submissão?
4. Possui todas as qualidades exigidas para o Ministério?



Pr.Eliomar Alves de Morais




Fontes de pesquisas: Meye,Joyce, A formação de um líder, SEAMI-BA, Apostila: Edificadores de Conceitos Missionários, Thompson, Bíblia de estudo.

Definição de Propósitos

IGREJA BATISTA NACIONAL MORIÁ

Praça da Bíblia, 283 – Centro – CAMACAN-Ba – Tel.: 3283-2815


Palavra Introdutória

A declaração de propósitos e projetos ministeriais que ora apresento pouco tem de minha autoria. É na verdade o resultado de uma leitura cuidadosa e acurada do livro intitulado: “Uma Igreja com Propósitos” de Rick Warren, e de outras fontes de pesquisa e métodos de ensino usados no decorrer dos anos em nossas igrejas.

Tomando por base o livro de Atos dos Apóstolos, especialmente nos capítulos um a cinco, constatamos que a igreja primitiva adotava cinco ministérios definidos em sua eclesiologia. Baseados no livro de Atos e outras fontes pesquisadas, preparamos alguns resumos e comentários pessoais que julgamos ser importantes na definição de propósitos para a nossa Igreja. Entretanto, sem esquecer-nos de contextualizar e adequar o material à nossa realidade.

Deixo aqui registrada a minha gratidão a Deus por ter me considerado fiel, designando-me para esse ministério e proporcionando essa maravilhosa visão, de uma igreja viva e atuante com todos os ministérios definidos. Louvo ao SENHOR pela família que me deu, e a Igreja que me concedeu. Desejo que a visão contida neste material possa lhe ajudar, servindo de orientação em sua vida pessoal e convívio eclesial.

Espero que, cada um de nós possa absorver os princípios dessa visão e colocar em prática a sua missão descrita na Declaração de Propósitos da Igreja Batista Nacional Moriá.

Um afetuoso abraço, daquele que foi chamado no ministério para ser servo;

Em Cristo Jesus.

Pr. Eliomar Alves de Morais.

“UMA IGREJA COM PROPOSITOS”

Definição de Propósitos da Igreja Batista Nacional Moriá

At 2.42-47; 4.32-35; 5.12-16.

Uma Igreja com propósitos definidos, ela cresce de forma ajustada e integrada na comunidade com toda a família exercendo todos os Ministérios (At 1.8; 2.42-47). Consiste na Missão Integral da Igreja, agregar todas as pessoas da Região onde estão inseridas; assisti-las em uma visão holística e de forma integral. Uma igreja com propósitos definidos e comprometidos com a comunidade; deve empenhar em cumprir os cinco ministérios ensinados pelo Senhor Jesus Cristo nas páginas do Novo Testamento.

A Igreja Primitiva definiu os cinco ministérios como: Liturgia/Adoração, Kérigma/Evangelismo, Didaquê/Discipulado, Koynonia/Comunhão e Diaconia/Serviço Social Cristão. Veremos a seguir a definição de cada propósito ou ministério da igreja.

I. PROPÓSITO LITÚRGICO DE LOUVOR E ADORAÇÃO

No cumprimento de sua missão, a Igreja precisa tornar cada propósito como mandamento a ser seguido. Não é nosso objetivo criar os propósitos para a igreja, mas sim, descobrir quais são eles.

A palavra que descreve este propósito é amor. A Igreja existe para expressar esse sentimento a Deus através da Adoração. Não importa a nossa condição ou posição social, se estamos sós, em um grupo pequeno ou grande. Quando expressamos o nosso amor, a nossa gratidão a Deus, o adoramos. O Senhor Jesus ordena: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás” (Mt 4.10). Observe que a palavra “adorar” vem antes de servir. Jesus citou este mandamento acompanhado de um outro semelhante, e o coloca como grande, maior, do qual depende toda Lei de Moises e ensinamentos dos Profetas. “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento; e ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.37-40 cf. Jo 15.12).

Estes semelhantes mandamentos formam o primeiro e grande propósito da Igreja. Não há como adorar ao Senhor sem demonstrar amor pelo seu semelhante (1Jo 4.7-8,20). A igreja existe para ministrar ao povo nas suas necessidades físicas, emocionais e espirituais, cada vez que você toca a vida de alguém com o louvor, está ministrando amor, cura interior, libertação através da palavra de Deus. Não devemos nos esquecer de que a nossa adoração a Deus é comparada como o incenso sagrado e como oferta de sacrifício (Sl 141.2; Mt 5.23-24).

Portanto, valorizemos este ministério, fazendo dele um grande propósito para abençoar vidas e acrescentar na igreja o número de salvos através do louvor e adoração (At 2.47). Pois é chegada à hora e já chegou esse momento, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Senhor procura como tais adoradores (Jo 4.23).

II. PROPÓSITO DE EVANGELIZAÇÃO

Neste propósito, encontramos no original grego, o vocábulo correspondente “Kérigma”, igual à evangelização, proclamação das Boas Novas de Cristo. A Igreja existe para comunicar e proclamar a Palavra de Deus. Somos embaixadores de Cristo e nossa missão é cumprir este propósito, ou seja, evangelizar todas as pessoas ainda não alcançadas. Como crentes, somos chamados a participar da evangelização do mundo; não apenas acreditar no poder do Evangelho (Mc 16. 15; cf. Rm 1.16).

Evangelismo é mais do que responsabilidade, é um grande privilégio. “Quão formosos são os pés que andam para anunciar o evangelho de Boas novas; e os lábios que fazem ouvir a Paz, que anunciam coisas boas, que fazem ouvir a Salvação e que dizem à Igreja: o teu Deus Reina” (Is 52.7; Rm 10.15).

Somos convidados a participar deste grande empreendimento no Reino de Deus e, através do Evangelho, levar as pessoas até Cristo e proporcionar-lhes o bem-estar social e espiritual de todos quantos se integraram à igreja.

A Igreja não pode negligenciar este grande propósito ou ministério, pois nele estão expressas pelo Senhor Jesus as cinco importantes grandes comissões: Mt 28.19-20; Lc 24.47-49.

A Evangelização se dá através do bom relacionamento com as pessoas do seu convívio, da contextualização da cultura e do conhecimento das famílias na comunidade onde se vive. Há três maneiras de evangelizar:

1. Ir onde as pessoas estão. Não adianta apenas orar e pregar na igreja se alguém não for lá onde estão os não alcançados Rm 10.14-15. Jesus Cristo foi onde as famílias estavam (Mt 4.18-22; Mc 1.20,32-33).

2. Atender as suas necessidades. A Missão Integral da Igreja consiste em alcançar os perdidos e assisti-los integramente nas áreas espiritual, socio-psicológica, e material (1Ts 5.23).

a) Jesus liberta todos os oprimidos do diabo, cura os enfermos e proclama o Evangelho de poder (Lc 4.18).

b) Jesus alimenta os famintos e nos manda dar de comer a quem tem fome (Mt 12.13-20).

c) Jesus acolhe os marginalizados e os integra na sociedade, ensinando noções da verdadeira cidadania (Mc 5.1-34; 7.24-30; 10.46-52; Lc 7.36-50; Jo 4.1-30,39-42; 8.1-11).

3. Recepcionar e integrar os novos membros na família Moriá. Não basta ir aos não alcançados, mas é preciso convidá-los e integrá-los no convívio da igreja. Uma pessoa que foi evangelizada não permanecerá na igreja se não for bem recepcionada e tratada com dignidade. Ela precisa antes de tudo ser amada e orientada independentemente de sua condição moral, social e espiritual. Jesus mandou ir pregar Evangelho, cuidar dos necessitados, mas, sobretudo, integrá-los na comunidade para torná-los seus discípulos. Portanto, uma igreja que cumpre este propósito está obedecendo a grande Missão dada pelo Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Mc 16.15-17).

III. PROPÓSITO DE DISCIPULADO E ENSINO

A palavra que normalmente usamos quando nos referimos a este ministério é Discipulado. No Grego, a palavra equivalente para ensino/doutrina, é Didaquê. “E a Igreja perseverava no Didaquê dos Apóstolos” (At 2.42a).

A Igreja foi constituída para edificar, ensinar e educar o povo de Deus. Discipulado é um processo de orientação e ajuda, tendo em vista que o discípulo se torne parecido em tudo com o seu Mestre Jesus (Mt 10.25; 1Co 11.1). Este processo começa quando uma pessoa nasce de novo e continua pelo resto de sua vida. “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu escolhi a vós, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. Nisto é glorificado o meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornarei meus discípulos” (Jo 15.16.8).

Um dos grandes propósitos da Igreja é ensinar e fazer discípulos em todos os povos (Mt 28.19-20). Como igreja, somos chamados não apenas para alcançar as pessoas, mas também para ensiná-las e discipulá-las. Depois que alguém se decide na comunidade, essa pessoa deve tornar-se um discípulo de Cristo. A responsabilidade de desenvolver a maturidade espiritual dos novos convertidos é do ministério Didaquê. O Apóstolo Paulo recomenda que haja maturidade e crescimento em todos os crentes: “Tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do Ministério, para edificação do corpo de Cristo (a Igreja), até que todos cheguem à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4.12,13).

O crescimento qualitativo e quantitativo de uma igreja deve ser medido pelo discipulado e não apenas pelo evangelismo que ela faz; vejam abaixo a tabela e o gráfico de crescimento de ambos os ministérios:


Anos

Ministério de Evangelismo alcançando uma pessoa por dia

Ministério Didaquê discipulando uma pessoa por ano e a mesma reproduzindo proporcionalmente

01

365

02

02

730

04

03

1.095

08

04

1.460

16

05

1.825

32

06

2.190

64

07

2.555

128

08

2.920

256

09

3.285

512

10

3.650

1.024

11

4.015

2.048

12

4.380

4.096

13

4.745

8.192

14

5.110

16.384

15

5.475

32.768

30

10.950

1.073.741.824

31

11.315

2.147.483.648

32

11.680

4.294.967.296


Portanto, a Igreja não pode negligenciar o ensino, pois, sem esse ministério, ela não cresce com qualidade nem forma os verdadeiros valores que frutificará nas próximas gerações. Observe na tabela de evangelismo que um só obreiro alcançando uma pessoa por dia acrescentaria um número razoável por ano na comunidade; fato que não observamos é que estas novas pessoas precisariam de cuidados e preparos para poder reproduzir proporcionalmente outros discípulos. Para isso, é necessário que os dois ministérios estejam harmonizados e integrados entre si.

IV. PROPÓSITO DE COMUNHÃO

Este propósito fortalece a Igreja e ao mesmo tempo agrada a Deus (Sl 133). No original, a palavra Koynonia, significa ação ou efeito de comungar das mesmas idéias, dos mesmos conceitos e objetivos para um mesmo resultado. O propósito da comunhão traz benefício ao reino de Deus e consequentemente à igreja. Os irmãos primitivos de Jerusalém viviam em comunidade e expressava o verdadeiro amor através da unidade (At 2.44-45).

A Koynonia da Igreja Batista Nacional Moriá deve ser construída através de relacionamentos sadios e efetivos entre crentes e famílias sem distinção de raça ou posição social. A comunhão deve ainda convergir para atrair as pessoas de fora, integrando-as aos cultos e atividades da igreja. A Koynonia da igreja primitiva em Jerusalém era tão contagiante que atraía com simpatia os não crentes, fato que contribuía para o ingresso de novos crentes na igreja e consequentemente o crescimento do Reino de Deus (At 2.46,47).

O Ministério de Koynonia da Igreja Batista Nacional Moriá será constituído pelo departamento da família que integra as seguintes uniões: UFBN – União Feminina Batista Nacional; UMBN – União Masculina Batista Nacional; JUBAN – Juventude Batista Nacional e a UNIBAN – União Infantil Batista Nacional.

V. PROPÓSITO DE SERVIÇO E DIACONIA

Esta palavra, que já faz parte do nosso idioma compõe um dos cinco propósitos da Igreja, foi transliterada para a nossa língua com o mesmo som e é traduzida por garçom ou serviçal. Nas páginas do Novo Testamento encontramos várias exortações acerca do serviço cristão. Fomos chamados para servir. Há vários tipos de serviços dentro dos cinco ministérios em evidência; no caso do diaconato, foram separadas e comissionadas pelo Espírito Santo pessoas com qualificações adequadas diante de Deus e da sociedade para cuidar das necessidades sociais e ministeriais da Igreja (At 6.1-7; cf. 1Tm 5.3-5). Veja algumas funções deste ministério:

O Ministério Diaconal é responsável pela ação social e beneficência da igreja. A Diaconia, como serviço em geral, deve ser praticada por todos os membros e congregados na comunidade.

Concluindo, descrevemos o resumo dos cinco propósitos ministeriais definidos em At 2.42-47 (versão viva):

1. ADORAÇÃO: Em cada alma havia temor. Regularmente eles adoravam juntos no templo todos os dias, com grande alegria e gratidão, louvando a Deus (vv 46-47).

2. EVANGELISMO: A cidade inteira tinha simpatia por eles e cada dia o próprio Senhor acrescentava à Igreja todos os que estavam sendo salvos (v 47).

3. DISCIPULADO: Uniram-se aos outros crentes na frequência regular às reuniões de oração e ensino dos apóstolos (v 42).

4. COMUNHÃO: Reuniam-se em pequenos grupos nas casas para comunhão e participavam das suas refeições com grande alegria e gratidão (v 46).

5. SERVIÇO: todos os crentes se reuniam constantemente e repartiam tudo uns com os outros, vendiam suas propriedades e ajudavam os que tinham necessidades (v 45).

VI. CINCO PALAVRAS COM QUE OS APÓSTOLOS DEFINIRAM OS PROPÓSITOS DA IGREJA:

1. Liturgia – Adoração, a vida de culto, ou o culto da vida (Rm 12.1, Jo 4.23-24);

2. Kérigma – Evangelismo, proclamação da Boa Nova do evangelho (Mc 16.15);

3. Didaquê – Discipulado, acompanhamento e consolidação do discípulo e crescimento da Palavra de Deus (At 2.42, Js 1.8);

4. Koynonia – Comunhão, fraternidade e o amor entre os irmãos (Jo 3.34-35);

5. Diaconia – Serviço, prestação de serviços voluntários a favor dos necessitados (1Pe 4.10).

VII. CINCO FORMAS DE ADORAÇÃO (LITURGIA):

1. Adorar é amar a Deus sobre todas as coisas, obedecendo a sua palavra (Jo 4.23);

2. Adorar é buscar a presença de Deus de todo coração, ter uma vida de oração e consagração (At 6.4; 3.1-2);

3. Adorar é celebrar a Deus, através da exaltação e glorificação do seu nome, a sós, no lar e na congregação desfrutando de sua presença a todo tempo (Sl 34);

4. Adorar é fazer oferta de sacrifício: da vida, dos bens e do tempo (Rm 2.1; 2Co 5.15);

5. Adorar é manter a comunhão íntima com o Senhor e com os irmãos (1Jo 1.6-7).

VIII. CINCO FORMAS DE EVANGELISMO (KÉRIGMA):

1. Cada crente se responsabilizando por cada pessoa ainda não alcançada, levando a Boa Nova a todo tempo (1Tm 4.1-4);

2. Cumprindo as ordenanças de Cristo (Mt 28.19; Mc 16.15; Lc 24.47; Jo 20.21; At 1.8). A força da Igreja se revela pelo número de missionários que tem e não pelo número de membros.

3. Evangelizando de dois em dois de casa em casa (Lc 10.2);

4. Testemunhando no lar, no trabalho e na sociedade em geral (At 1.8);

5. Através de métodos variáveis; ex.: folhetos, campanhas, mídia, coquetéis, chás, jantares, encontros e outros grupos de interesse etc.

IX. CINCO FORMAS DE DISCIPULADO (DIDAQUÊ):

1. Cada membro adotando um novo convertido para dele cuidar (Mt 28.19);

2. Cada membro sendo aluno assíduo da Escola Bíblica Dominical (At 2.42);

3. Todos os membros e congregados integrados nos ministérios ou departamentos da Igreja (At 5.42);

4. Freqüentando fielmente os cultos oficiais da Igreja (Hb 10.25);

5. Tendo um programa pessoal e familiar de estudo da Palavra de Deus (Js 1.8).

X. CINCO FORMAS DE COMUNHÃO (KOYNONIA):

1. Promovendo encontros e aproximação das pessoas, agindo com amor para com os outros (1Pe 1.22; Rm 14.19);

2. Recusando a fazer comentários desagradáveis a respeito de outros, fofoca (Ef 4.29);

3. Submetendo-se à liderança da igreja e dos líderes imediatos (Hb 13.17);

4. Tolerando uns aos outros, respeitando os direitos e diferenças mútuas (Rm 15.1-2);

5. Andando na luz da verdade (1Jo 1.6-7).

XI. CINCO FORMAS DE SERVIÇO (DIACONIA):

1. Em oração, descobrindo o seu lugar no corpo de Cristo, os dons e talentos para servir no ministério (1Co 12.12 -31; Ef 4.11);

2. Sendo preparado pelo Espírito Santo e equipado pela igreja para servir melhor (Ef 4.12; 1Pe 4.10);

3. Buscando de Deus e desenvolvendo um coração de servo (Mc 10.45);

4. Contribuindo regulamente com dízimos e ofertas para o sustento da Igreja (1Co 16.2; Lv 27.30).

5. Demonstrando aos outros o amor recebido de Deus, atendendo suas necessidades (1Ts 4.9-10; 1 Pe 3.8-90);

XII. Cinco palavras chave para resumir os cinco propósitos ou ministérios na Igreja Batista Nacional Moriá:

a. Celebramos, glorificamos a Deus por meio da adoração, a Liturgia;

b. Comunicamos a palavra de Deus através do Evangelismo, o Kérigma;

c. Educamos o povo de Deus através do Discipulado, o Didaquê;

d. Integramos o membro da família de Deus, através da Comunhão, a koynonia;

e. Trabalhamos, demonstramos o amor de Deus através do Serviço, a Diaconia.

Concluindo, a igreja que cumpre os cinco propósitos aqui definidos se torna:

1. Mais forte por meio da adoração, a Liturgia. Deus quer que eu O exalte em espírito e em verdade. Um verdadeiro adorador.

2. Mais crescente por meio do evangelismo, o Kérigma. Deus quer que eu seja um mensageiro do seu amor. Um evangelista.

3. Mais atuante por meio do discipulado, o Didaquê. O Senhor quer que eu seja um modelo de caráter, à semelhança de Cristo, um discipulador.

4. Mais calorosa por meio da comunhão, a Koynonia. Deus quer que eu seja um membro em comunhão com sua família. Um comungante.

5. Mais abrangente por meio do serviço, a Diaconia. O Senhor quer que eu sirva meu irmão em amor. Um serviçal.

A Visão e a Missão da Igreja Batista Nacional Moriá, que veremos a seguir, devem se basear nos princípios elementar da palavra de Deus e no amor incondicional de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo Mt 22.36-40, cf cap. 5-7.

Portanto, ame ao Senhor Jesus de todo o teu coração e ao próximo como a ti mesmo. O amor, a estratégia que sempre deu certo.

NOSSO ALVO – JESUS CRISTO.

NOSSA META – ALCANÇAR AS PESSOAS.

NOSSA ESTRATÉGIA – O AMOR

NOSSA VISÃO

Visualizar e sonhar com uma igreja sadia e comprometida com os propósitos de Deus.

Proporcionar um ambiente saudável e aconchegante, onde as pessoas se sintam bem, onde o aflito, deprimido, frustrado e confuso encontre amor, aceitação, esperança, perdão, direção e encorajamento.

É propósito da Igreja compartilhar as boas novas de Jesus Cristo com todos os moradores de Camacan e região, bem como levá-las a um clima de adoração e submissão aos princípios e mandamentos da Palavra de Deus; além de proporcionar comunhão aos novos integrantes da família Batista Nacional.

NOSSA MISSÃO

Ministrar com amor a todos sem distinção, levando sempre uma palavra de conforto e esperança. Integrar através da comunhão todas as pessoas e conversos ao convívio eclesiástico.

Como mordomos, submeter-nos à vontade de Deus, supervisionando, administrando e cuidando bem de todos os negócios e empreendimentos da Igreja.

Atender voluntariamente aos necessitados e a todos quantos precisarem de nossos serviços.

Acompanhar e consolidar todos os novos convertidos, discipulando até chegar à maturidade cristã.

Finalmente, a Igreja será capaz de orientar, treinar, equipar e enviar seus membros com aspiração a um dos ministérios ou uma missão especifica no Reino de Deus.

RESUMO DA VISÃO E DA MISSÃO, EM FORMA DE ACRÓSTICO, DA IGREJA BATISTA NACIONAL MORIÁ

Visualizar e sonhar com uma Igreja sadia e comprometida com os propósitos de Deus;

Idealizar e concretizar os propósitos de Deus para sua Igreja;

Salientar e enfatizar todos os propósitos prescritos na Declaração da Igreja.

Adorar e levar as pessoas a um clima de adoração em Espírito e em Verdade;

Obedecer e submeter ao Senhor e aos princípios e mandamentos da Palavra de Deus.

Ministrar com amor aos necessitados, levando sempre uma palavra de conforto;

Integrar, através da comunhão, todas as pessoas e conversos à Igreja;

Submeter à vontade de Deus, supervisionar e administrar bem os negócios da Igreja;

Servir com amor a todos quantos precisarem dos nossos serviços.

Acompanhar e discipular todos os novos convertidos até a maturidade Cristã;

Orientar, equipar e enviar membros com aspiração a um dos Ministérios da Igreja.

Pr. Eliomar Alves de Morais.

Fontes de pesquisa

WARREN, Rick. Uma igreja com propósitos. PHILLIPS ,Keith. A formação de um discípulo- Editora SEPAL. SEAMI-BA. Apostila – Edificadores de conceitos missionários. THOMPSON. Bíblia de referência. Bíblia versão viva.